quinta-feira, 21 de maio de 2020

É calçada para todo lado no DF

Dez regiões administrativas ganharam esse equipamento urbano no primeiro semestre. Novacap já investiu mais de R$ 1,5 milhão em 167 mil metros quadrados

Fotos: Lúcio Bernardo Jr.

A Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) construiu, desde o o início do ano, 167 mil metros quadrados de calçadas, que ajudam a promover a harmonia entre carros e pedestres em meio ao trânsito nas cidades. Com esse trabalho, o Governo do Distrito Federal tem contribuído para o bom convívio entre máquinas e pessoas.

As obras estão por toda parte. De acordo com a Novacap, foram investidos mais de R$ 1,5 milhão. Só em Samambaia, este ano, a companhia entregou mais de mil metros quadrados de passeio público aberto entre as árvores das quadras 431 e 550.

Samambaia não foi, porém, a única contemplada com o equipamento público. Conforme a tabela de obras realizadas pela Novacap, outras dez regiões administrativas ganharam calçadas neste primeiro semestre: Santa Maria, Ceilândia, Brazlândia, Plano Piloto, Taguatinga, São Sebastião, Jardim Botânico, Octogonal, Recantos das Emas e Águas Claras.

O serviço é de competência da Diretoria de Urbanização, gerida pelo diretor Sérgio Antunes Lemos. Em alguns casos, como nas QNOs 5 e 7 de Ceilândia, a calçada teve de ser reconstruída devido ao mau estado de conservação em que se encontrava. Agora, de um lado e do outro do canteiro central que divide as duas quadras, há calçada suficiente para pedestres não precisarem se arriscar em meio ao fluxo intenso de veículos vindo da BR-070, um risco para os moradores.

Que o diga Sebastião Valter Fernandes da Silva, 32 anos. O morador da quadra conta que quase foi atropelado certa vez ao tentar caminhar entre os carros. Risco que não corre mais. Sebastião elogiou o tamanho das calçadas. “Bem melhor do que estava antes. São mais largas. Eu costumo ir para o parque (Recreativo do Setor O) a pé ou de bicicleta. Antes era um desafio passar aqui”, relata.

A verba investida na construção de calçadas em Ceilândia foi de R$ 3,4 milhões. As obras ainda não acabaram. Quem passar pela QNP 18, por exemplo, certamente notará que, ao longo dos conjuntos A e K, homens e tratores trabalham diuturnamente na construção de 600 metros quadrados de calçadas.

O “calçadão”, como já é chamado pela vizinhança, foi construído paralelamente à ciclovia. Esta era justamente uma queixa dos moradores. Os pedestres reclamavam que não era nada seguro dividir a pista para ciclistas.Helen Nunes Silva, 32 anos, moradora do conjunto H, aprovou a iniciativa do governo. 

“A gente corre risco de ser atropelado andando na ciclovia por algum ciclista. Eles andam numa velocidade alta”, reclama Helen Nunes Silva, 32 anos. Acompanhada da filha Vitória Nunes, 14, a moradora do conjunto H aprovou a inciativa do governo de dedicar uma passagem exclusiva para pedestres.

Enquanto não fica pronta, a obra na QNP 18 virou atração para a criançada. Alguns já se veem caminhando ali. É o caso do estudante Breno Martins Silva Araújo, 14, que mora em frente, no Conjunto J. “Vou poder andar com meu irmãozinho, de oito anos. Na ciclovia era muito perigoso”, fala.


























Fotos: Lúcio Bernardo Jr.

sábado, 9 de maio de 2020

Lei aprovada com apoio de sindicato facilitará coleta de lixo nos condomínios horizontais do DF

O Sindicato dos Condomínios Residenciais e Comerciais do DF (Sindicondomínio), entidade da base da Fecomércio, elogia a aprovação em primeiro e segundo turno na Câmara Legislativa do DF do projeto de lei 1147/2020, de autoria do deputado distrital João Cardoso, que trata sobre a coleta de lixo pelo SLU nos mais de 1.525 condomínios horizontais de todo o DF



Com a nova lei, os caminhões do SLU passam a entrar nos condomínios privados para recolher os resíduos porta a porta – aprovado no dia 5 de maio, o projeto agora aguarda sanção do governador Ibaneis Rocha.

De acordo com o presidente da entidade, Antônio Paiva, os condomínios residenciais compostos por casa são de vários tamanhos, alguns chegando a ter de 2 mil a 4 mil residências. Ele explica que atualmente essa coleta só é realizada na entrada do condomínio, ou em algum local de transbordo. “Tem condomínio que gasta cerca de R$ 12 mil para fazer a coleta e entregar para o SLU. Essa lei foi uma luta do sindicato para desonerar esses condomínios em tempo de crise. Trará uma economia financeira muito boa para aplicar em outros recursos ou até mesmo abaixar a taxa cobrada aos moradores”, ressalta.


Paiva diz inda que na próxima segunda-feira (11) enviará um ofício ao GDF, com apoio da Fecomércio, para que o projeto seja sancionado. O deputado João Cardoso se disse satisfeito por atender uma reivindicação dos condomínios e que a aprovação desse projet representa o jeito de trabalhar de seu mandato, que é ouvindo todas as partes interessadas para resolver o problema.

segunda-feira, 4 de maio de 2020

SLU vai fazer a coleta de lixo dentro dos condomínios de casas do DF



Com o objetivo de estabelecer a coleta de lixo no interior dos condomínios horizontais do DF, o deputado distrital, João Cardoso (Avante), apresentou o PL n°1147/2020, que já foi aprovado em 1° turno pela Câmara Legislativa do DF nesta quinta-feira (30/04), e deve ser aprovado amanhã (05/05) em segundo turno, e enviado ao governador Ibaneis Rocha (MDB), para virar lei

quarta-feira, 15 de abril de 2020

Sancionada lei que obriga condomínios a denunciarem casos de violência doméstica e familiar no DF


Depois de virar lei em mais de 25 estados e 400 municípios brasileiros, chegou a vez do Distrito Federal, fazer e aprovar a sua lei que fala das obrigações dos síndicos de condomínios no DF, sobre a suspeita de atos de violência contra mulheres, crianças, adolescentes ou idosos em apartamentos ou áreas comuns dos condomínios. Os síndicos terão que acionar a polícia caso sejam avisados por algum morador ou presenciar algum ato de violência

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